Era uma vez no oeste – uma homenagem ao western

Publicado en Cinema el 17:02 07/12 por PB Produções

Desde o início da história do cinema, inovações foram sendo feitas com a melhora constante nas tecnologias utilizadas em equipamentos tanto na captação de imagens como na exibição dos filmes nas salas de cinema.

Principalmente por isso, é possível a realização de verdadeiras obras primas como o já clássico Era Uma Vez no Oeste, do italiano Sergio Leone, um dos principais realizadores do western spaguetty.

Mais que uma história sobre as relações de homens do oeste americano, é uma poética busca e, ao mesmo tempo, a espera de cada um dos quatro personagens centrais por algo que nem todos alcançarão.

É, também, um estudo sofisticadíssimo de som a serviço da história e uma reflexão saudosista representada na morte do velho oeste e das forças humanas ou naturais que morrem com ele.

Era Uma Vez no Oeste é, ainda, uma homenagem a filmes clássicos do gênero western americano, quando referencia obras seja na temática, na forma de abordagem, na utilização de atores já consagrados no universo do faroeste ou na citação direta de cenas de filmes clássicos, principalmente, de John Ford, um dos cineastas mais importantes do gênero.

Som

Nos primeiros dez minutos do filme há apenas dois diálogos: o primeiro quando o atendente da estação ferroviária tenta vender as passagens aos pistoleiros e o segundo logo após a apresentação da personagem do Gaita, quando as falas antecipam o clima de conflito eminente que permeia todo o filme.

Com exceção destas falas, toda a sonoridade da sequência é feita de sons ambientes. O ranger agonizante do moinho, os passos dos homens no chão de madeira da estação, o barulho do telégrafo, o gotejar da água no chapéu do pistoleiro que, a medida que se enche denota a passagem de tempo, o zumbido da mosca, a respiração cansada do trem, o barulho do vento.

A exploração desta sonoridade, creditada, assim como toda a trilha sonora do filme, a Ennio Marriconi, um dos colaboradores mais assíduos de Sérgio Leone e que, recentemente, também assinou a trilha do poético A lenda do pianista do mar de Giuseppe Tornatore, já é, por si só, uma realização digna de nota.

Trata-se de um curta-metragem no qual todo o enredo, a movimentação dos atores e a passagem de tempo são dados a partir do som, sem que para isso seja utilizada música.

Mais que isso, trata-se de uma sinfonia de sons aparentemente banais, utilizados de forma inteligente para significar a espera das personagens e aumentar a tensão e a expectativa do espectador.

Contudo, este não é o único momento de utilização da música como elemento principal para contar a história.

A chegada, logo em seguida, da personagem Gaita à estação e seu encontro com os pistoleiros antecipa um recurso que será utilizado quando da apresentação de cada uma das quatro personagens centrais da obra.

Antes dos atores entrarem em cena, a música tema, que já traz em sua composição significantes que contam características, inclusive, psicológicas das personagens, antecipa esta ação.

O som da gaita-de-boca logo após a passagem do trem, que funciona como uma cortina que se abre e coloca a personagem em cena ou a música tema de Shayenne pouco antes deste entrar no bar após o tiroteio.

Em cada um destes momentos é o som que chega primeiro e diz quem será o protagonista daquela ação.

Além de apresentar as personagens, há casos em que a música antecipa o próprio desenrolar da cena, como no momento em que Gaita “vende” Chayenne para que Jill não perca o rancho Água Doce.

Neste momento, a câmera mostra a escada por onde a personagem irá descer e a musica antecipa que as botas que o espectador vê, pertencem a Shayenne.

Referências

Outro aspecto importante do filme é a referência a outras obras igualmente importantes do gênero western.

Isso acontece nas tomadas grandiosas do Monument Valley que lembram os grandes planos gerais de filmes como No tempo das Diligências, Rastros de Ódio e O Homem que matou o facínora.

Além disso, Leone utiliza atores consagrados do gênero como Henry Fonda, por exemplo, que tem no Era uma vez no oeste seu primeiro papel de vilão, já que era conhecido como o mocinho de várias obras anteriores e um dos bandidos da estação ferroviária que representou o mordomo de O homem que matou o facínora.

As referências também acontecem na recriação de cenas. Um dos exemplos é a cena em que a família se prepara para a refeição pouco antes da apresentação do personagem de Frank e o barulho do vento e das cigarras constrói a tensão pela ameaça de perigo eminente.

Em Rastros de ódio, a família também está reunida na ausência dos homens do povoado e o som introduz a ameaça que o ataque indígena representa.

A diferença é que neste o perigo é causado pelos “peles-vermelhas”, enquanto aquele traz os bandidos como responsáveis pelo massacre.

Outra diferença é que em Era uma Vez no Oeste a maldade do vilão não permite que o menino fragilizado sobreviva enquanto que em Rastros de Ódio o fato de a menina continuar viva é o elemento motor de toda a ação.

Leone relembra, ainda cenas de seus próprios filmes como no caso em que o Gaita troca Shayenne por cinco mil dólares.

Em Três Homens em Conflito, o terceiro filme da Trilogia dos Dólares, anterior a Era uma vez no Oeste, a personagem do Bom entrega o Feio à policia, para depois o resgatar e dividirem a recompensa.

Contudo, em Era uma vez no oeste não fica claro se havia uma combinação previa entre as duas personagens, apesar de que o fato de Shayenne ter morrido em decorrência de ter sido atingido por um tiro quando fugia da prisão, demonstra que Gaita não estava lá para ajudá-lo, apesar deste ter sido salvo por aquele em um momento anterior do filme quando Gaita fora preso no trem por Frank.

Além disso, o duelo final lembra, em muitos aspectos, o duelo de Três Homens em conflito.

Argumento

Muitas outras referências são feitas e muitos outros elementos desta obra poderiam ser citados como o fato de todos as personagens estarem esperando por alguma coisa ou sendo esperados por alguém ou o fato de, exceto Jill, todas as outras três personagens centrais estarem morrendo.

Pode-se citar ainda o conflito eminente entre o velho e o novo: o velho oeste representado pelos ranchos e pelas personagens, que podem ser definidas como forças da natureza, e o novo trazido pela ferrovia.

Às personagens, não resta mais além de morrerem ou irem embora, já não há espaço para elas nesta nova forma de vida civilizada que gira em torno da água e da estrada de ferro.

A única que fica é Jill por representar exatamente este novo que chega, mas parece ter feito parte daquele universo desde sempre.

Por Vanda Moraes

A arte de contar histórias através de imagens em movimento

Publicado en Cinema el 16:37 07/12 por PB Produções

Em 28 de dezembro de 1995 nascia a sétima e mais completa das artes que viria a ser conhecida como Cinema, a arte de contar histórias, construir sentidos e mudar parâmetros através de imagens em movimento.

Para os cinéfilos do século XXI, ou mesmo os cidadãos leigos da forma e do sentido utilizados para fazer filmes, a técnica parece simples.

E, de fato é: trata-se de uma sequência de fotografias tiradas a uma velocidade de 24 imagens por segundo e projetadas na mesma velocidade.

A ilusão de movimento é o olho humano que se encarrega de dar e a magia acontece quando todos os sentidos, devidamente explorados pelo realizador do filme, se unem e interagem com a história apresentada.

Cinema é a arte de contar histórias através de imagens em movimento, uma das maneiras mais interessantes e sugestivas de contar uma história.

A tela traz o mundo inteiro a nossos olhos porque nela podemos ver o que se passa em qualquer parte do globo. Com isso, o Cinema vence o espaço. O passado e o presente e, às vezes, o próprio futuro estão aos nossos olhos. Com isso, o Cinema vence o tempo”. (SAMUEL, Irmão. Noções de Cinema. 1965. Editora FTD S/A. São Paulo, SP)

O envolvimento do espectador com os filmes se torna mais forte à medida que o cinema evolui. No princípio, as pessoas expostas à experiência cinematográfica se deslumbravam pela novidade que o cinema proporcionava.

Já se conhecia a fotografia e, desde os primórdios da humanidade, o homem sente a necessidade de marcar sua passagem, perpetuar suas experiências e, consequentemente, imortalizar-se, contando, pintando, escrevendo ou fotografando a própria imagem através dos fatos cotidianos ou de projeções inventadas.

Mas a “vida real” – saída dos operários da fábrica dos Irmãos Lumiére, chegada do trem à estação de Ciotat –, os fatos cotidianos de domínio público e conhecimento de todos, passados na tela deveria ser, para esta primeira audiência, algo realmente extraordinário, mesmo que pelo viés de mais uma atração das casas de jogos e shows direcionadas às classes populares.

De fato, o cinema não foi, em seus primeiros anos, considerado de igual importância a uma arte dita “superior” como a ópera e a literatura.

Muitos contribuíram para tornar o cinema possível do ponto de vista expressivo, seja tecnologicamente ou com o desenvolvimento da linguagem cinematográfica.

Alguns, como foi o caso de Griffith, canalizaram estas experiências particulares e concentraram as técnicas em obras que são consideradas fundamentais para a sétima arte, como a conhecemos hoje.

O cinema atingiu, na década de 1920, um grau muito elevado de técnica. Chegou à perfeição da busca pela representação da realidade e pelo envolvimento do espectador no classicismo norte-americano, cujo princípio era, e continua sendo em muitos casos, tornar a forma do filme “transparente”, ou seja, os filmes são filmados e montados de uma maneira que quem o assiste não percebe os cortes, a descontinuidade da ação ou os movimentos da câmera.

O espectador também evoluiu, aprendeu a ver cinema à medida que os realizadores aprenderam a fazê-lo. Mas o cinema ainda continuava mudo e se mostrava aos olhos dos espectadores em preto e branco.

Ora, mas a vida não é colorida e extremamente sonorizada?

Já nos primeiros anos do cinema, visionários como Thomas Edson, por exemplo, iniciaram experiências na tentativa de sonorizar os filmes. Mas, só no final da década de 1920 surgiu a tecnologia necessária para tornar possível “O cantor de Jazz”, primeira obra sonorizada.

A partir daí veio a cor e a melhora constante nas tecnologias utilizadas em equipamentos tanto na captação de imagens como na exibição dos filmes nas salas de cinema.  A identificação do espectador não é gratuita, depende da competência do realizador filme em introduzir elementos que, devidamente explorados, fazem com que não haja contestação por parte de quem assiste.

Por Vanda Moraes

Parte de mim?

Publicado en Reflexões el 16:24 12/11 por PB Produções

De repente sinto-te, um corpo estranho inserido em um corpo por mim muito conhecido, meu mesmo,

E, secretamente te escondo até de mim e minto e finjo e ajo como se tudo não fosse aqui

Os medos não são de mudanças que certamente acontecerão, não

São daquelas que já não podem acontecer. Eu mesma nada mudei, nada escolhi, nada fiz

Você, assim sem nenhum de nós ter percebido, se apropriou da minha inocência, do meu direito de errar, do meu medo, da minha lágrima, porventura ainda tenho este direito muito meu de lacrimejar murmúrios?

De repente sinto-te: explosão

De sentimentos, de dúvidas, de hormônios

Agora, que não sou mais apenas eu, porque, sim, você vai aonde eu vou (e só aonde eu vou), como posso me sentir tão só?

Não te vejo, não te ouço, não te conheço, mas te sei aqui todo o tempo

Me pega pela mão? Estranho ao meu mundo, parte de mim

Novos filmes estão saindo do forno

Publicado en Cinema el 15:55 12/11 por PB Produções

Dois novos curta-metragens estão saindo do forno neste fim de novembro.

As produções, nas quais faço direção de fotografia, foram realizadas como parte das atividades da pós-graduação em Comunicação Audiovisual da PUCPR.

O curta “O convidado” teve sua pré-produção realizada em outubro e foi filmado no dia 2 de novembro. Após um dia de intenso trabalhp, conseguimos um bom resultado, que deve ser apresentado até o início de dezembro.

Já o curta “Fazer o certo é duvidoso” foi gravado no dia 8 de novembro e deve ser finalizado nas próximas semanas.

Novamente, agradeço aos profissionais envolvidos pela dedicação, destacando que o resultado favorável é mérito de todos os que trabalharam na produção.

Em breve vídeos e mais imagens dos filmes aqui.

Informações, também podem ser encontradas no

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.213068668764030.47575.100001826954260&type=3

Por Vanda Moraes

Animação Beijo

Publicado en Cinema el 21:05 15/09 por PB Produções

O meu mais recente filme.

Foi a primeira vez que me aventurei a fazer animação.

Experiência muito empolgante.

Filme Beijo

Por Vanda Moraes

Sobre qualidade de vida

Publicado en Reflexões el 14:54 27/05 por PB Produções

Não sou daqui.

A bem da verdade é que nasci nesta cidade, bem ali no Hospital Evangélico, mas passei toda a infância “ciganeando” pelo sudoeste do Paraná já que o meu pai nunca conseguiu ficar muito tempo em um mesmo lugar.

Ir embora, portanto, é sempre uma constante em meu pensamento. Mas não é disso que quero falar.

Dizia, enfim, que não sou daqui. Quando decidi sair do sítio lá pras bandas de Coronel Vivida, cidadezinha pacata, mas muy hermosa, e vir para a “cidade grande”, não havia muito o que eu pudesse dizer sobre a capital.

Sabia que existiam uns esquisitos pontos de ônibus chamados “tubo”.

Até aí, tudo bem, cada um que coloque o nome que lhe aprouver na sua parada de ônibus.

Mas o ponto de ônibus ser redondo?

Eu me quedava imaginado como as pessoas ficavam em pé dentro dessas aberrações da natureza, questão boba, aliás.

Interessante é o fato de que, na época, o que me intrigava eram os pontos de ônibus redondos.

Não me chamava muito a atenção os cartões postais, as óperas de arames, os jardins botânicos.

Nem mesmo a qualidade de vida superior que a cidade oferecia foi determinante para a minha escolha.

Queria mesmo era morar na cidade grande e as aventuras que isso representava.

Quando aqui cheguei não achei tão superior no quesito qualidade: o ar é poluído, tem muitos carros e as ruas são sujinhas, sim. Então você me diz: “É a capital mais limpa do país e onde há planejamento do transporte público”.

Elementar, meu caro. Eu não conhecia nenhuma outra capital para comparar e a cidade era bem mais suja do que Coronel Vivida…

Já, sobre os problemas do transporte público, nem me atrevo a falar.

O fato é que não vim para Curitiba por causa da qualidade de vida.

Mas, penso comigo que muitos outros a escolheram por isso.

Não quero dizer que é ruim a migração de pessoas de todo os lugares do Brasil para cá em busca de um ideal de vida em uma cidade que, apesar, de metrópole, é bem planejada e na qual, em tese, as coisas funcionam.

Longe disso, eu também sou migrante.

Todavia, será que o fato de tantas pessoas terem vindo em busca da qualidade de vida não foi determinante para que já não seja tão qualidade assim nestes anos escuros de engarrafamentos monstros, stress no trânsito e ônibus super lotados?

Fica a dúvida.

Por Vanda Moraes

Jornalista Especializado em 40 horas?

Publicado en Reflexões el 09:56 19/05 por PB Produções
Em 40 horas, forma-se um jornalista especializado? Pergunte ao Centro Europeu!
 
É simplesmente deplorável que o Centro Europeu, escola que oferece cursos de profissões e idiomas em Curitiba, lance a idéia de que, mediante adestramento de 40 horas, pessoas sem formação em Jornalismo tornem-se jornalistas especializados.
 
Pois é isto o que é proposto no curso Jornalismo Esportivo, que a instituição pretende ofertar em junho para pessoas quem tenham a partir do ensino médio.
 
 
 
 
“Nesse mercado competitivo, onde para exercer a profissão não e (sic) necessário ter diploma de faculdade, e (sic) fundamental ter cada vez mais conhecimento, formação específica, criatividade e ética”, diz o informe no site do Centro Europeu.
 
Se 40 horas são insuficientes para desenvolver a técnica, o que dizer da ética? Parece que a caneta de Gilmar Mendes – que parecia tão hábil em espicaçar diplomas universitários – caiu muito bem para diplomas de 40 horas, fabricados na indústria das ilusões.
 
Uma lástima, Centro Europeu!
 
Do Boletim Extra Pauta
Sindijor-PR

O Bom

Publicado en Reflexões el 13:51 30/03 por PB Produções

Os bons morrem cedo. Já é uma regra.

Por vezes, porém, algum Bom não se resigna com a morte certa e decide lutar. Por treze anos.

Ontem, dia 29 de março de 2011, o destino se fez: José de Alencar sucumbiu ao câncer contra o qual pelejava desde 1997.

Aos 79 anos, já debilitado (e muito), pela longa enfermidade, foi-se. O médico já dizia, às 14:31 que o ex-vice-presidente do Brasil, se preparava para partir.

Dez minutos mais tarde, era oficial: o povo brasileiro perdeu um dos últimos, senão o derradeiro, dos políticos que prezam pela honra antes dos benefícios pessoais.

Era um dos últimos daquela safra que fez com que os nossos pais lutassem contra a ditadura militar, que fez com que milhões de estudantes fossem às ruas com a cara pintada de cores bem patriotas.

Ao contrário daqueles que fazem da política uma carreira profissional, o empresário José de Alencar militou não mais que 12 anos nesta área, onde começou tardiamente.

Já em 1998, quando da primeira eleição para a vice-presidência do Brasil, dizia, ao lado de Lula: “o trabalho vem antes do capital. Precisamos redescobrir o valor do trabalho”. Não acrescentou, na ocasião, o adjetivo “honesto”, mas poderia ter dito para chacoalhar os colegas da política.

Disse também: “Assim como vocês, não conheço a morte, portanto não tenho medo dela. Tenho medo da desonra”. Não precisava: era honrado.

José de Alencar, respeitado pelo que dizia e pela sua conduta política deixou como exemplo a moralidade.

Foi um dos últimos que honrou o voto der milhões de pessoas e não sucumbiu à corrupção do poder público.

Que descanse em paz, certamente deixará saudades.

By Vanda Moraes

Banda Spirax se apresenta no Hermes Bar

Publicado en Música el 08:25 12/01 por PB Produções

O trio Spirax confirmou o show comemorativo dos seus cinco anos.

A apresentação acontece nesta sexta-feira, 15 de janeiro, no Hermes Bar. Além da Spirax, outras bandas convidadas animarão a noite.

Por Vanda Moraes

Slash em Curitiba

Publicado en Música el 17:15 16/12 por PB Produções

Para o êxtase dos apreciadores da guitarra virtuosa, foi confirmada a vinda, para Curitiba, de um dos maiores ( e, na minha opinião, o melhor deles) guitarristas da história do rock.

Veja a matéria publicada no Whiplash:

“Ao menos em princípio, encerrou-se o debate sobre o local do Show de Slash: a apresentação será realizada no dia 08/04/2011, no Curitiba Master Hall.

 

 

A venda dos ingressos ficará por conta da Disk Ingressos, mesma responsável pela distribuição dos tickets dos shows do Twisted Sister (em 2010) e Iron Maiden e Motorhead (em 2011).

Slash vem ao Brasil para uma breve turnê de três apresentações que, além da capital paranaense, passará também por Rio de Janeiro e São Paulo.

O guitarrista está promovendo seu primeiro disco solo, “Slash”, que foi muito bem recebido pelo público e pela crítica.

 

 

A turnê do guitarrista também é vista com bons olhos. No decorrer de 2010, Slash consolidou diversas apresentações expressivas, participando de diversos festivais (como o Download Festival e Rock Am Ring) e dividindo o palco com os convidados do disco: Alice Cooper participou do show do guitarrista na França, em meados de junho deste ano; Lemmy, do Motorhead, também deu uma canja em “Doctor Alibi” no show do Download Festival.

 

 

Para os shows brasileiros, o vocalista oficialmente convocado é Myles Kennedy, que tem acompanhado Slash na maior parte de seus shows.

Mas isso não significa que há possibilidade de um convidado especial aparecer em uma das apresentações brasileiras.

Diversos membros de comunidades e seguidores de Slash em blogs e twitter ansiam por uma improvável parceria entre o guitarrista e Ozzy Osbourne, já que ambos estarão no Brasil na mesma semana para seus respectivos shows.

É esperar para ver.”

Fonte: whiplash

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